29.3.12

apaixonei-me por um sapo

(...) e uma cenoura. 

Controlei o andar mas não a ansiedade, o respirar foi-se alterando e a minha face mudou-se de uma tortura para um sorriso. O teu olhar exaltado tomou o meu coração, este não parou porém fez uma subtil pausa para não se atropelar nos batimentos. Posso dizer que a garganta secou, o vento parou e sim, meu querido, as pessoas continuavam a passar por mim, o piar dos pássaros não me saiu da cabeça, contudo, sinceramente, tu foste a única coisa que fez sentido naquele momento.

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