(...) e uma cenoura.
Controlei o andar mas não a ansiedade, o respirar foi-se alterando e a minha face mudou-se de uma tortura para um sorriso. O teu olhar exaltado tomou o meu coração, este não parou porém fez uma subtil pausa para não se atropelar nos batimentos. Posso dizer que a garganta secou, o vento parou e sim, meu querido, as pessoas continuavam a passar por mim, o piar dos pássaros não me saiu da cabeça, contudo, sinceramente, tu foste a única coisa que fez sentido naquele momento.
Adorei os teus textos :)
ResponderEliminarUm beijinho grande *