3.7.12

Eu posso apenas imaginar o começo, porque o final é algo em que nunca pensamos. Por isso se torna tão duro, tão repentino, tão inesperado.

Eu nunca te saberei o que esconder ao certo.
Nunca perceberei o quão errado o mundo é,
Mas se tu lá estiveres, tudo acorda perto
Da fonte que constrói o que adormece a meus pés.

O claro é a escuridão do meu céu
Em que o teu se entorta, se desvanece.
Procura-me no teu conforto. No que seu
Só pode ser. No que te entristece.

Pois meu nome é sua alegria, tua paixão,
Sua maneira mais sem sentido de acordar.
Assim ao abrir os olhos, sentir o palpite do coração
Tudo acaba, se encontra no final.
Final esse sem imaginação para acabar. 

Sem comentários:

Enviar um comentário